
Dilma precisava vetar o texto e iniciar um novo processo, começando por eliminar o desmatamento e com base técnica e social desde o início. A decisão de não exercer o veto total á esse Código Ruralista é sinal de que ela aceitou o tratoraço ruralista.
Nesses quase 18 meses de Presidência, essa não foi a única omissão nem pecado ambiental de Dilma.
- Seu governo não criou, até agora, um palmo sequer de unidades de conservação. Mas diminuiu o tamanho de várias, sobretudo na Amazônia, para plantar nelas grandes hidrelétricas e projetos de mineração.
- Está com projetos de construir sete hidrelétricas na bacia do rio Aripuanã.
- Dilma solapou poderes do Ibama, órgão que fiscaliza crimes ambientais.
- Permitiu o ataque da bancada ruralista a terras indígenas.
- Desde que o processo de criação do novo Código Florestal começou há dois anos e meio, a presidente ignorou os avisos de diversos setores da sociedade, de que uma lei tão importante não pode ser reescrita sem a participação de todos.
- Em nenhum momento o governo olhou para o que acontecia sob seus olhos, nem para os 13.500 km2 de área desmatada nos dois anos e meio de revisão do Código Florestal.
- No fim das contas, a floresta não ganhou nem um centímetro a mais de proteção.
Agora, na véspera da Rio+20, o governo faz da principal lei ambiental uma colcha de retalhos, e tenta desesperadamente vender a decisão como o melhor texto que se poderia obter para o Brasil. É o fim da lei das florestas em doses homeopáticas.
“Dilma falhou com o povo brasileiro.”
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Codigo-Florestal-mais-um-capitulo-infeliz—/
http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?31424
http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?31203
“Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama”
(William Shakespeare)
Tem dias que esqueço de bocejar.
Acordo como se a minha cabeça fosse explodir de tanta dor de cabeça.
Tenho calor quando deito a tarde.
Meu ombro dói por causa do travesseiro.
Durmo com o estômago pro lado esquerdo pra acalmar a azia.
Chuva me deixa acordado, gosto de escultar a água caindo no teto.
Mudo de posição toda hora e todo dia.